Delegados são incluídos no texto de PEC que define o subsídio das carreiras jurídicas

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Uma intensa interlocução com parlamentares das bancadas de diversos estados marcou a atuação da diretoria da Associação de Delegados de Polícia do Brasil (Adepol BR) no Congresso esta semana. Presidentes das Associações de Delegados de Polícia de diversos estados também se fizeram presentes para acompanhar a votação de projetos de interesse da categoria, como a PEC 443-2009, do deputado Mauro Benevides, e a PEC 147-2012 do deputado Amauri Teixeira, que fixa parâmetros salariais para diversas categorias.

O texto original da PEC 443/09 estabelecia que os subsídios máximos das carreiras da Advocacia-Geral da União, das Procuradorias dos Estados e do Distrito Federal corresponderá a 90,25% do vencimento mensal fixado para os ministros do Supremo Tribunal Federal. No relatório de Mauro Benevides (PMDB/CE) foram incluídas as polícias federal, civil e a Defensoria Pública.

“Um os aspectos mais relevantes do relatório foi o reconhecimento da categoria de delegados na carreira jurídica”, afirmou o presidente da Adepol do Brasil, Paulo D’Almeida. O relatório, no entanto, teve votação adiada na última terça (5), após o presidente da Comissão Especial da Câmara, que analisa a proposta, José Mentor (PT/SP), conceder vista conjunta aos integrantes da reunião ordinária.

A Adepol acompanhou ainda as sessões da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, além de audiência pública da Comissão Especial de Segurança do Senado, com participação de diversos secretários de segurança.

Acompanharam as votações, sessões e audiências da semana, além do presidente e vice-presidente da Adepol Br, Paulo D’Almeida e Carlos Eduardo Benito Jorge, diversos membros da diretoria e presidentes das Adepol’s nos Estados, entre eles, Fernando Beato, Magnus Barreto, Carlos Diego, George Leitão, João Moraes, Benito Tiezzi, Marcelo Vargas (MT), Ana Claúdia Saraiva (RN), Jaime Berbat Filho (RJ); além do presidente da Federação Nacional de Delegados da Polícia Civil, Paulo Pires, o presidente da ADPF, Marcos Leôncio, e o assessor especial da presidência da Adepol, Kleber Silva, como também diversos delegados de polícia do DF.